A primeira imagem do filme é, de certa forma, do bom uniforme norte-americano, o emblema dos Estados Unidos sendo exaltado pelo co-piloto quando este prende o adorno ao uniforme. O patriotismo não é evidenciado apenas nessa parte do filme, mas também quando os seqüestrados se unem e transmitem a idéia de que os norte-americanos são insuperáveis quando juntos, além de ser um povo condescendente à dor do outro.
Assim, o co-piloto dirige-se ao trabalho normalmente, passando o foco aos tripulantes da aeronave, aos tickets de viagem. Enfatiza-se, de início, os de aparência mulçumana – morenos, cabelos crespos e olha penetrante, como se escondesse algo por mais que seus modos fossem naturais. Logo, os demais passageiros, todos estadunidenses são mostrados singularmente, como se fossem os principais da história.
Enfim, o avião é tomado pelos árabes – que falam a língua própria deles – que carregavam explosivos e facas. Eles tentam não alarmar ninguém até chegarem à cabine do piloto – um deles estudara, superficialmente, como se pilotar um avião. Porém, com a aeronave sob controle, ameaçam e esfaqueiam um tripulante.
O restante, apavorado com o perigo, liga para seus familiares – um pai de três garotinhas liga para a esposa, pedindo que avisasse órgãos competentes de que o vôo fora seqüestrado – de uma altura considerável. Um desses que faz ligação, entra logo em contato com uma base da aeronáutica norte-americana, confirmando o boato de terem mais aviões seqüestrados durante o dia – onze de setembro – e que, dois deles, acertaram as Torres Gêmeas, provocando sua queda. Outras histórias angustiantes dos passageiros, como um marido que não atende as ligações da esposa nem quando esta já está ciente do provável destino, e uma filha que pressiona o psicológico da mãe, dizendo que não voltaria a vê-la, são mostradas para sensibilizar o telespectador e, assim, não permitir que as falhas do filme sejam evidentes – como o fato de se poder comunicar com o exterior da aeronave por celular a vários metros de altura, os seqüestradores permitirem tranqüilamente burburinhos entre as vítimas e, logo, um motim, além da falta de fiscalização do aeroporto quanto ao embarque de materiais explosivos ainda no início do filme, afora o quase descaso da aeronáutica para com as naves capturadas por terroristas.
Ao fim, mantendo-se informados dos planos terroristas – já haviam acertado o Pentágono e as Torres –, alguns homens unem-se contra os árabes, preocupados em brigar entre si – outra crítica sutil; os terroristas não têm organização, ademais, não passam de suicidas e fanáticos, anti-Estados Unidos. Embora consigam entrar na cabine ocupada pelo único mulçumano capaz de pilotar, este perde o controle da aeronave – já demonstrara falta de habilidade antes, dando guinadas no ar – que cai. Entretanto, nenhum destroço que, em situações normais, seriam encontrados e confirmados serem do avião despedaçado, foi mostrado. Havia apenas uma cratera gigantesca no provável local da colisão. Isso, fisicamente, seria impossível a menos que a temperatura fosse muito elevada – dado não revelado no filme. Em suma, não há evidências críveis.
Assim, o co-piloto dirige-se ao trabalho normalmente, passando o foco aos tripulantes da aeronave, aos tickets de viagem. Enfatiza-se, de início, os de aparência mulçumana – morenos, cabelos crespos e olha penetrante, como se escondesse algo por mais que seus modos fossem naturais. Logo, os demais passageiros, todos estadunidenses são mostrados singularmente, como se fossem os principais da história.
Enfim, o avião é tomado pelos árabes – que falam a língua própria deles – que carregavam explosivos e facas. Eles tentam não alarmar ninguém até chegarem à cabine do piloto – um deles estudara, superficialmente, como se pilotar um avião. Porém, com a aeronave sob controle, ameaçam e esfaqueiam um tripulante.
O restante, apavorado com o perigo, liga para seus familiares – um pai de três garotinhas liga para a esposa, pedindo que avisasse órgãos competentes de que o vôo fora seqüestrado – de uma altura considerável. Um desses que faz ligação, entra logo em contato com uma base da aeronáutica norte-americana, confirmando o boato de terem mais aviões seqüestrados durante o dia – onze de setembro – e que, dois deles, acertaram as Torres Gêmeas, provocando sua queda. Outras histórias angustiantes dos passageiros, como um marido que não atende as ligações da esposa nem quando esta já está ciente do provável destino, e uma filha que pressiona o psicológico da mãe, dizendo que não voltaria a vê-la, são mostradas para sensibilizar o telespectador e, assim, não permitir que as falhas do filme sejam evidentes – como o fato de se poder comunicar com o exterior da aeronave por celular a vários metros de altura, os seqüestradores permitirem tranqüilamente burburinhos entre as vítimas e, logo, um motim, além da falta de fiscalização do aeroporto quanto ao embarque de materiais explosivos ainda no início do filme, afora o quase descaso da aeronáutica para com as naves capturadas por terroristas.
Ao fim, mantendo-se informados dos planos terroristas – já haviam acertado o Pentágono e as Torres –, alguns homens unem-se contra os árabes, preocupados em brigar entre si – outra crítica sutil; os terroristas não têm organização, ademais, não passam de suicidas e fanáticos, anti-Estados Unidos. Embora consigam entrar na cabine ocupada pelo único mulçumano capaz de pilotar, este perde o controle da aeronave – já demonstrara falta de habilidade antes, dando guinadas no ar – que cai. Entretanto, nenhum destroço que, em situações normais, seriam encontrados e confirmados serem do avião despedaçado, foi mostrado. Havia apenas uma cratera gigantesca no provável local da colisão. Isso, fisicamente, seria impossível a menos que a temperatura fosse muito elevada – dado não revelado no filme. Em suma, não há evidências críveis.

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