O Japão era uma sociedade agrária, que em relação às potências européias era uma semicolônia, devido ao seu período feudal não ter tantas inovações tecnológicas. Em 1868 a 1940, ocorreu o primeiro milagre econômico, chamado de era Meiji, e nessa época a nação passou a ser considerada um dos países mais ricos e industrializados do mundo graças ao seu grande avanço em 72 anos, uma transição consideravelmente rápida de país agrário para uma potência.
Considerado um país fechado e atrasado, de poucos recursos naturais e terra pouco agricultável por causa do tamanho – um conjunto de pequenas ilhas –, não foi alvo das potências européias no Imperialismo, o que contribuiu para o desenvolvimento de sua autonomia econômica. O desenvolvimento ocorreu na formação de uma classe burguesa que se uniu ao imperador autoritário, e essa classe advinha das famílias importantes no xogunato – feudalismo japonês –, agora zaibatsus. O governo investia em educação para a boa formação dos cidadãos japoneses, com o objetivo de criar mão-de-obra qualificada e infra-estruturas essenciais, como ferrovias e portos e começou a se relacionar com outros países, principiando uma abertura comercial que desenvolveria ainda mais a economia.
Porém, o país persistia na ausência de matéria-prima e fontes de energia, além de seu mercado consumidor interno estar saturado de produtos. Assim, outra medida política foi a expansão da zona de influência, a conquista de novos territórios no período do Imperialismo, conquistando a Coréia e a Ilha de Taiwan da China, e, após dez anos, as ilhas Sacalinas ao norte do país. Essas conquistas aproximaram-no da Alemanha nazista e da Itália fascista durante a Segunda Guerra Mundial, época que conseguiu a Manchúria e parte da Indochina e outras ilhas remanescentes, o que trouxe rivalidade com o império chinês e os Estados Unidos que também tinha interesse na região dominada.
Em 1941 o Japão ataca a base militar de Pearl Harbor e por conseqüência disso os EUA entram na 2ª Guerra Mundial. Desse período até 1945 – fim da guerra com as bombas atômicas jogadas no território japonês das cidades de Hiroshima e Nagasaki - milhares de japoneses foram mortos e cidades foram reduzidas a escombros; a economia entrou em colapso, acarretando o fim da Era Meiji. Tropas norte-americanas ocuparam o país arrasado e, durante a Guerra Fria, tentou garantir a não-recuperação militar e econômica nipônica.
Porém, a preocupação estadunidense com a expansão socialista pela Ásia por causa da Revolução Chinesa, fez com que o país financiasse na reconstrução do Japão, sem ameaçar o poder norte-americano. Acordos e mudanças de governo foram feitas, assim como na população e no exército – número controlado. Logo, os japoneses decidiram livrar-se da dependência política, garantindo a liberdade do governo para controlar o câmbio e os investimentos estrangeiros, e, em 1953, foi criado um programa de reconstrução industrial. Nesse programa, o iene foi desvalorizado e o governo deu subsídios para dar estímulo às exportações, privilegiou os grupos econômicos nacionais ao limitar investimentos de fora, e reorganização dos zaibatsus em novos conglomerados financeiros, industriais e comerciais. Isso tudo visando atender o mercado externo, permitiu o segundo milagre econômico japonês até 1970 com a implantação do Toyotismo na linha de produção para concorrer com empresas norte-americanas e européias – just-in-time, obsolescência rápida, relação horizontal entre fábricas.
A industria japonesa também deixou de ser têxtil, focalizando nos setores de bens de produção, como maquinário e matéria-prima para outras indústrias, e de bens de consumo duráveis, no caso do carro. Acumularam-se, então, superávits, tendo capital para investir ainda mais em mão-de-obra e abrindo filiais, principalmente, nos Tigres Asiáticos e, mais tarde, outras transnacionais por todo o mundo. Assim, formou-se o Bloco do Pacífico, que são países influenciados pela economia japonesa, envolvendo até a Nova Zelândia e a Austrália, sendo hoje o Japão o segundo país mais rico do globo.
Considerado um país fechado e atrasado, de poucos recursos naturais e terra pouco agricultável por causa do tamanho – um conjunto de pequenas ilhas –, não foi alvo das potências européias no Imperialismo, o que contribuiu para o desenvolvimento de sua autonomia econômica. O desenvolvimento ocorreu na formação de uma classe burguesa que se uniu ao imperador autoritário, e essa classe advinha das famílias importantes no xogunato – feudalismo japonês –, agora zaibatsus. O governo investia em educação para a boa formação dos cidadãos japoneses, com o objetivo de criar mão-de-obra qualificada e infra-estruturas essenciais, como ferrovias e portos e começou a se relacionar com outros países, principiando uma abertura comercial que desenvolveria ainda mais a economia.
Porém, o país persistia na ausência de matéria-prima e fontes de energia, além de seu mercado consumidor interno estar saturado de produtos. Assim, outra medida política foi a expansão da zona de influência, a conquista de novos territórios no período do Imperialismo, conquistando a Coréia e a Ilha de Taiwan da China, e, após dez anos, as ilhas Sacalinas ao norte do país. Essas conquistas aproximaram-no da Alemanha nazista e da Itália fascista durante a Segunda Guerra Mundial, época que conseguiu a Manchúria e parte da Indochina e outras ilhas remanescentes, o que trouxe rivalidade com o império chinês e os Estados Unidos que também tinha interesse na região dominada.
Em 1941 o Japão ataca a base militar de Pearl Harbor e por conseqüência disso os EUA entram na 2ª Guerra Mundial. Desse período até 1945 – fim da guerra com as bombas atômicas jogadas no território japonês das cidades de Hiroshima e Nagasaki - milhares de japoneses foram mortos e cidades foram reduzidas a escombros; a economia entrou em colapso, acarretando o fim da Era Meiji. Tropas norte-americanas ocuparam o país arrasado e, durante a Guerra Fria, tentou garantir a não-recuperação militar e econômica nipônica.
Porém, a preocupação estadunidense com a expansão socialista pela Ásia por causa da Revolução Chinesa, fez com que o país financiasse na reconstrução do Japão, sem ameaçar o poder norte-americano. Acordos e mudanças de governo foram feitas, assim como na população e no exército – número controlado. Logo, os japoneses decidiram livrar-se da dependência política, garantindo a liberdade do governo para controlar o câmbio e os investimentos estrangeiros, e, em 1953, foi criado um programa de reconstrução industrial. Nesse programa, o iene foi desvalorizado e o governo deu subsídios para dar estímulo às exportações, privilegiou os grupos econômicos nacionais ao limitar investimentos de fora, e reorganização dos zaibatsus em novos conglomerados financeiros, industriais e comerciais. Isso tudo visando atender o mercado externo, permitiu o segundo milagre econômico japonês até 1970 com a implantação do Toyotismo na linha de produção para concorrer com empresas norte-americanas e européias – just-in-time, obsolescência rápida, relação horizontal entre fábricas.
A industria japonesa também deixou de ser têxtil, focalizando nos setores de bens de produção, como maquinário e matéria-prima para outras indústrias, e de bens de consumo duráveis, no caso do carro. Acumularam-se, então, superávits, tendo capital para investir ainda mais em mão-de-obra e abrindo filiais, principalmente, nos Tigres Asiáticos e, mais tarde, outras transnacionais por todo o mundo. Assim, formou-se o Bloco do Pacífico, que são países influenciados pela economia japonesa, envolvendo até a Nova Zelândia e a Austrália, sendo hoje o Japão o segundo país mais rico do globo.
Feito com a colaboração de Nana.

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