nada do que eu digo ou escrevo é passível de fazer sentido.
sábado, 26 de março de 2011
Deixei-me impressa em teus olhos propositadamente. Assim, pensei, perpetuaria minha imagem em tua mente. Aprisionei meu perfume em tua pele desavisada, porque queria a total absorção. Assim seria a senhora de teu corpo. E minha voz, a qual clama e delira com teu nome, ficou. Sem rumo, errante. Apenas para encontrar teu coração. E envenená-lo de mim.
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