(Cala a boca, Bárbara)
Da pólvora construo, mudo, furto, surto.
Do insulto - não o tenho, me abstenho, te contento.
Das pétalas perdidas o calvo brilha - doente, gente, ardida.
De mim, Bárbara a boca cala - ai, ais.
O porte, a sorte, a força, ao cálice.
A alma, a relva, a Bárbara, a morte.
De ti, de mim, de nós - os nós, os pós.
De tu, de mim - "per de mi" a força.
Como vai tua mãe, pai, irmão, amante?
Passado, fadado, julgado - a ferro, fogo e frio.
Como vai tua mãe, pai, irmão, amante?
Abra-me como a um livro, trate-me como a um filho.
Como vai tua mãe, pai, irmão, amante?
Choca-me a parede pichada, manchada.
Como vai tua mãe, pai, irmão, amante?
Do nada, de nada, para tudo - o amanhã no futuro.
Abraça-os por mim, diga-lhes as boas novas.
Da flor do jasmim, lançado ao chão, venço o can-can-canhão?
Abro-lhe os braços,
Arrancam-me a voz,
Turvo-lhe os olhos,
Consumo-lhe as idéias - velhas,
Por fim, venço o refrão
- Bárbara a boca cala, cala a boca, Bárbara - traia.
Da pólvora construo, mudo, furto, surto.
Do insulto - não o tenho, me abstenho, te contento.
Das pétalas perdidas o calvo brilha - doente, gente, ardida.
De mim, Bárbara a boca cala - ai, ais.
O porte, a sorte, a força, ao cálice.
A alma, a relva, a Bárbara, a morte.
De ti, de mim, de nós - os nós, os pós.
De tu, de mim - "per de mi" a força.
Como vai tua mãe, pai, irmão, amante?
Passado, fadado, julgado - a ferro, fogo e frio.
Como vai tua mãe, pai, irmão, amante?
Abra-me como a um livro, trate-me como a um filho.
Como vai tua mãe, pai, irmão, amante?
Choca-me a parede pichada, manchada.
Como vai tua mãe, pai, irmão, amante?
Do nada, de nada, para tudo - o amanhã no futuro.
Abraça-os por mim, diga-lhes as boas novas.
Da flor do jasmim, lançado ao chão, venço o can-can-canhão?
Abro-lhe os braços,
Arrancam-me a voz,
Turvo-lhe os olhos,
Consumo-lhe as idéias - velhas,
Por fim, venço o refrão
- Bárbara a boca cala, cala a boca, Bárbara - traia.

Um comentário:
Abra sempre os seus braços e deseje, ainda mais, os refrões.
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